quarta-feira, 28 de setembro de 2016
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Compartilhar e diminuir
Estava ouvindo sobre uma pesquisa feita pela
Universidade da Califórnia -Berkeley a respeito do impacto que o
compartilhamento de carros pode gerar no meio ambiente. Uma vez que
você utiliza o Uber ou o Car to Go, por exemplo, para pegar uma
carona paga, você deixa seu carro na garagem. Assim, são menos
carros circulando, menos poluição, menos congestionamentos... E por
aí vai. Não vi, ainda, o resultado da pesquisa, acredito que ela vá
levar algum tempo. Mas não dá pra não fazer a matemática: quando
compartilhamos o carro, carros a menos rodando. Se 1 milhão de
pessoas pegarem carona, quanto a menos isto representa?
Quanto peso a menos representa em nossos ombros
quando podemos ter pessoas para compartilhar nossas necessidades?
O quanto a menos de desgaste e “poluição” a
menos no coração isto pode representar? Menos desconforto, por
termos alguém com quem compartilhamos uma ‘carona pela vida’,
compartilhando ideias, uma pessoa para chorar, sorrir, ou sermos esta
pessoa para alguém...
Por meio de um aplicativo muito simples – a fé -
, estamos conectados a Deus, com quem podemos compartilhar tudo.
Especialmente, porque, em Jesus Cristo, Ele tirou dos nossos ombros o
peso que nos tirava não só o sono, mas a vida. A partir disto, nos
conectamos a outras pessoas da mesma fé. Então, quanta diferença
isto pode fazer nos ambientes e lugares em que circulamos? Quais as
grandes possibilidades que são criadas pelo compartilhar da essência
daquilo que cremos?
Muitas, não há dúvida. Este compartilhar faz do
nosso meio ambiente diário um lugar onde sempre vamos quere estar
por inteiro.
Pois, enquanto muitas coisas são diminuídas.
outras tantas aumentam de valor.
Pastor Lucas André Albrecht
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Videoclipe 24
Videoclipe
da canção “Ver aonde vou”,
da banda Projeto Líder de Louvor.
Como um pai que educa o filho, Ele nos ensina a caminhar, mostra que nós temos um lugar.
Letra:
Pelos
passos meus, me afastei dos Teus, Senhor
e
fui longe, aonde a dor abrange todo o coração.
E,
ao sentir faltar o chão, me ergueste com tua mão!
Agora,
andas ao meu lado!
Obrigado
por teus passos,
Teu
abraço, Teu carinho e Teu perdão!
Passos
largos, passa a vida...
pela
fé consigo ver quem eu sou!
Em
tuas moas, a face erguida.
Sou
Teu filho e posso ver aonde vou!
E
nos passos Seus, mostrou-me a direção.
Em
Jesus Cristo, a verdade, a vida eterna em Suas mãos.
Me
ensinou, ao caminhar, que o céu é o meu lugar!
Como
um Pai que educa o filho;
uma
mãe com seus ensinos,
Deus
mostrou que a vida eterna, em Cristo, é salvação!
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
domingo, 31 de julho de 2016
Um pai em comum
No
segundo domingo de agosto é comemorado o Dia dos Pais. Mas, qual o
motivo para recordar essa pessoa que fez e possivelmente ainda faz
parte de nossas vidas?
Se
pararmos para pensar, garanto que não faltaram lembranças e
recordações sobre o agir de nosso pai em nossas vidas. Muitas são
as situações que ficaram gravadas em nossas memórias e que por
mais que o tempo passe jamais as esqueceremos.
Pai
é uma palavra com origem no latim pater,
que representa a figura paterna de uma família, ou o genitor de uma
pessoa. Entende-se que é pai, todo aquele homem que seja pai
biológico ou pai de criação, de quem provém o sustento e a
educação necessária para o crescimento e desenvolvimento físico,
emocional, psicológico e espiritual do seu filho.
Não
é estranho uma criança crescer e ter como primeira referência o
pai, muitas vezes ele é tido por um super-herói, um exemplo, e
quando perguntam a ela o que deseja ser quando crescer dizem “quero
ser igual ao meu pai”.
Pai,
homem escolhido por Deus para dar continuidade a criação, que é
convidado a sentir a incrível sensação de poder gerar uma vida, de
dar amor incondicional, carinho, promover a segurança, de chorar
junto nos momentos difíceis e de rir e se alegrar nos momentos bons.
Dias
dos pais é um tempo bom para olharmos para trás e vermos o Deus
Amoroso presente em nossa vida. Um Deus que esteve conosco desde o
momento em que estávamos sendo gerados na barriga de nossa mãe. Em
alguns casos o pai biológico pode ter faltado por algum motivo, mas
que com certeza foi substituído por outra pessoa, um avô, tio,
padrinho ou um homem que nos acolheu, nos deu um exemplo de vida a
ser seguido, que no corrigiu quando necessário, para que
trilhássemos o caminho certo, mas que foi designado por Deus para
essa tarefa tão gloriosa de ser o representante do próprio Deus
vivo, um instrumento nas mãos dEle. Todos os dias podemos lembrar de
como Deus, o nosso pai em comum, está ainda presente em nossas
vidas, de como somos e agimos por influência de uma pessoa tão
especial. Um feliz todos os dias para os pais.
Teologando
– Elias Ceceltski
sábado, 2 de julho de 2016
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