segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Compartilhar e diminuir

Estava ouvindo sobre uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia -Berkeley a respeito do impacto que o compartilhamento de carros pode gerar no meio ambiente. Uma vez que você utiliza o Uber ou o Car to Go, por exemplo, para pegar uma carona paga, você deixa seu carro na garagem. Assim, são menos carros circulando, menos poluição, menos congestionamentos... E por aí vai. Não vi, ainda, o resultado da pesquisa, acredito que ela vá levar algum tempo. Mas não dá pra não fazer a matemática: quando compartilhamos o carro, carros a menos rodando. Se 1 milhão de pessoas pegarem carona, quanto a menos isto representa?

Quanto peso a menos representa em nossos ombros quando podemos ter pessoas para compartilhar nossas necessidades?

O quanto a menos de desgaste e “poluição” a menos no coração isto pode representar? Menos desconforto, por termos alguém com quem compartilhamos uma ‘carona pela vida’, compartilhando ideias, uma pessoa para chorar, sorrir, ou sermos esta pessoa para alguém...

Por meio de um aplicativo muito simples – a fé - , estamos conectados a Deus, com quem podemos compartilhar tudo. Especialmente, porque, em Jesus Cristo, Ele tirou dos nossos ombros o peso que nos tirava não só o sono, mas a vida. A partir disto, nos conectamos a outras pessoas da mesma fé. Então, quanta diferença isto pode fazer nos ambientes e lugares em que circulamos? Quais as grandes possibilidades que são criadas pelo compartilhar da essência daquilo que cremos?

Muitas, não há dúvida. Este compartilhar faz do nosso meio ambiente diário um lugar onde sempre vamos quere estar por inteiro.

Pois, enquanto muitas coisas são diminuídas. outras tantas aumentam de valor.

Pastor Lucas André Albrecht





terça-feira, 2 de agosto de 2016

Videoclipe 24

Videoclipe da canção “Ver aonde vou”, da banda Projeto Líder de Louvor.

Como um pai que educa o filho, Ele nos ensina a caminhar, mostra que nós temos um lugar.


Letra:

Pelos passos meus, me afastei dos Teus, Senhor
e fui longe, aonde a dor abrange todo o coração.
E, ao sentir faltar o chão, me ergueste com tua mão!
Agora, andas ao meu lado!
Obrigado por teus passos,
Teu abraço, Teu carinho e Teu perdão!

Passos largos, passa a vida...
pela fé consigo ver quem eu sou!
Em tuas moas, a face erguida.
Sou Teu filho e posso ver aonde vou!

E nos passos Seus, mostrou-me a direção.
Em Jesus Cristo, a verdade, a vida eterna em Suas mãos.
Me ensinou, ao caminhar, que o céu é o meu lugar!
Como um Pai  que educa o filho;
uma mãe com seus ensinos,
Deus mostrou que a vida eterna, em Cristo, é salvação!

domingo, 31 de julho de 2016

Um pai em comum

No segundo domingo de agosto é comemorado o Dia dos Pais. Mas, qual o motivo para recordar essa pessoa que fez e possivelmente ainda faz parte de nossas vidas? 
 
Se pararmos para pensar, garanto que não faltaram lembranças e recordações sobre o agir de nosso pai em nossas vidas. Muitas são as situações que ficaram gravadas em nossas memórias e que por mais que o tempo passe jamais as esqueceremos.
 
Pai é uma palavra com origem no latim pater, que representa a figura paterna de uma família, ou o genitor de uma pessoa. Entende-se que é pai, todo aquele homem que seja pai biológico ou pai de criação, de quem provém o sustento e a educação necessária para o crescimento e desenvolvimento físico, emocional, psicológico e espiritual do seu filho.
 
Não é estranho uma criança crescer e ter como primeira referência o pai, muitas vezes ele é tido por um super-herói, um exemplo, e quando perguntam a ela o que deseja ser quando crescer dizem “quero ser igual ao meu pai”.
 
Pai, homem escolhido por Deus para dar continuidade a criação, que é convidado a sentir a incrível sensação de poder gerar uma vida, de dar amor incondicional, carinho, promover a segurança, de chorar junto nos momentos difíceis e de rir e se alegrar nos momentos bons.

          Dias dos pais é um tempo bom para olharmos para trás e vermos o Deus Amoroso presente em nossa vida. Um Deus que esteve conosco desde o momento em que estávamos sendo gerados na barriga de nossa mãe. Em alguns casos o pai biológico pode ter faltado por algum motivo, mas que com certeza foi substituído por outra pessoa, um avô, tio, padrinho ou um homem que nos acolheu, nos deu um exemplo de vida a ser seguido, que no corrigiu quando necessário, para que trilhássemos o caminho certo, mas que foi designado por Deus para essa tarefa tão gloriosa de ser o representante do próprio Deus vivo, um instrumento nas mãos dEle. Todos os dias podemos lembrar de como Deus, o nosso pai em comum, está ainda presente em nossas vidas, de como somos e agimos por influência de uma pessoa tão especial. Um feliz todos os dias para os pais.

Teologando – Elias Ceceltski