quinta-feira, 9 de julho de 2026
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Ao redor da palavra!
Falar sobre devoção familiar pode causar sentimentos de alegria... mas
também pode gerar sentimento de culpa. Lembramos dos dias em que
esquecemos de orar, das semanas em que a Bíblia ficou fechada, das noites em
que o cansaço venceu e das manhãs que foram corridas demais.
Mas a devoção familiar não é mais um peso sobre a casa cristã. Não é
uma prova de que somos uma família forte ou espiritualmente suficiente. É
presente de Deus. É o Senhor reunindo pecadores em torno da sua Palavra, das
suas promessas, da oração e da bênção.
Jesus disse a Marta que “uma só coisa é necessária”. Maria estava aos
seus pés, ouvindo a sua Palavra. Isso não despreza o trabalho, as tarefas, os
filhos e os problemas da casa. Mas coloca tudo no lugar certo. Antes de tudo o
que precisamos fazer, está Cristo, que vem a nós pela sua Palavra.
Por isso, a devoção em casa não substitui o culto. Ela não toma o lugar da
pregação, do Batismo, da absolvição e da Santa Ceia. Mas pode ser o lugar
onde aquilo que recebemos na igreja continua ecoando durante a semana.
Junto com este informativo, segue anexada uma pequena ordem de
devoção familiar. Ela foi preparada para ajudar você a começar de modo
simples: invocação, leitura bíblica, oração, Credo, Pai-Nosso, oração da manhã
ou da noite e bênção.
Comece! Cinco ou dez minutos já são uma bênção. Se falhar um dia, não
desista. Comece de novo. A vida cristã não é sustentada pela perfeição dos
nossos hábitos, mas pela misericórdia de Cristo. Ele perdoa, reúne, ensina,
consola e abençoa o seu lar. Amém.
Pastor Lucas Felliphe Schneider Prando
segunda-feira, 15 de junho de 2026
domingo, 14 de junho de 2026
Fazer o que é certo!
Fazer o que é certo nem sempre é fácil. Às vezes, fazer o certo custa caro.
Custa amizades, reputação, oportunidades, tranquilidade. Pedro sabia disso
quando escreveu aos cristãos que sofriam injustamente: “Se, praticando o bem,
vocês sofrem e suportam com paciência, isso é agradável diante de Deus.”
Mas aqui está o problema: quando ouvimos isso, logo pensamos que
precisamos ser fortes o suficiente. Corajosos o suficiente. Parecidos com Jesus
o suficiente. Só que, se Jesus for apenas um exemplo a ser imitado, nós estamos
perdidos. Porque... quem consegue sofrer injustamente sem revidar? Quem
consegue ser ferido e ainda responder com bondade? Nem Pedro conseguiu.
Na noite em que Jesus foi preso, Pedro teve medo. Negou Jesus três vezes.
Fugiu do sofrimento.
Então, o que mudou em Pedro? Jesus mudou Pedro. A cruz mudou
Pedro. A ressurreição mudou Pedro.
Jesus não sofreu apenas para nos mostrar como sofrer. Ele sofreu por nós.
Ele carregou nossos pecados no madeiro. Ele foi ferido pelas nossas fugas,
pelos nossos medos, pelas vezes em que não fizemos o que era certo. E, pelas
suas feridas, fomos curados.
Por isso, quando faltar coragem para fazer o certo, olhe para Cristo.
Quando você cair, volte para Cristo. Quando sofrer por fazer o bem, permaneça
em Cristo. Ele é o Bom Pastor da sua vida. Ele perdoa, sustenta e guia você no
caminho da justiça.
Amém.
Pastor Lucas Felliphe Schneider Prando