segunda-feira, 18 de maio de 2015

Medo de Deus

            É natural as pessoas sentirem medo. O medo é uma conseqüência do pecado. Antes de o homem cair em pecado não havia medo. Assim que Adão caiu em pecado, ele logo fugiu de Deus. Quando Deus chamou, Adão respondeu: “Eu ouvi a tua voz, quando estavas passeando pelo jardim, e fiquei com medo porque estava nu” (Gn 3.9-10). Adão estava com medo porque tinha desobedecido uma ordem de Deus. Assim, ao longo de toda a existência humana, o homem tem convivido com o medo.

            Na Bíblia temos um texto que fala sobre este assunto e diz: “Não tenham medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Porém tenham medo de Deus, que pode destruir no inferno tanto a alma como o corpo” (Mt 10.28).

            Neste texto bíblico Jesus está falando aos seus seguidores das dificuldades e dos problemas que vão encontrar ao longo de sua vida. E que eles não devem desanimar ou ficar com medo das pessoas que iriam persegui-los por causa de sua fé. E sabemos que muitas pessoas foram mortas por causa da sua fé em Jesus.

            Mas Jesus também faz uma séria advertência neste texto, quando diz: “Porém tenham medo de Deus, que pode destruir no inferno tanto a alma como o corpo”. Quando devemos ter medo de Deus? Quando vivemos em pecado e não queremos deixar o pecado. Quando não queremos saber de Deus e de sua Palavra. Nesta situação só merecemos o justo castigo de Deus e a eterna condenação no inferno.

            Agora, quando ouvimos a Palavra de Deus, ele nos recebe de braços abertos e quer nos perdoar. Acima de tudo, Deus nos ama e quer a nossa salvação. Por isso ele diz: “Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso” (Mt 11.28).

 Pastor Nilo Wachholz



quarta-feira, 29 de abril de 2015

Por que tanta bandidagem?

As notícias da bandidagem tomam conta nos jornais e nas conversas. Roubos, assaltos, violência, assassinatos são rotina. O que está acontecendo? Será que os bandidos aprenderam com a roubalheira do Lava-Jato e com toda a corrupção no país? Ou é falta de punição, cadeia, castigo com mais rigor? É a ausência da polícia nas ruas? São as drogas que viram epidemia? São os desajustes e conflitos familiares? São os lares sem pai nem mãe, sem educação e estrutura? Ou a culpa é da internet, redes sociais, da influência negativa dos meios de comunicação? Ou é a própria ganância, cobiça, ambição? Quais os reais motivos para tanta delinquência, criminalidade, violência, roubos, assassinatos, desonestidade, desordem social?

Poderia simplesmente dizer que é a falta de Deus na vida desta gente má. E não estaria errado. Qualquer pesquisa pode confirmar que pessoas religiosas, via de regra, não se metem na criminalidade. Claro, têm os lobos disfarçados de ovelhas, os bandidos com a Bíblia na mão, os Judas que vendem Jesus. Mas são exceções e logo descobertos. Com respeito a fé cristã, a Bíblia lembra que “se não vier acompanhada de ações, é coisa morta” (Tiago 2.17).  No entanto, as virtudes morais não configuram monopólio cristão ou religioso. Ateus e pessoas sem igreja também carregam o princípio da segunda tábua dos dez mandamentos bíblicos, que é respeitar pai e mãe, não matar, não adulterar, não roubar, não difamar. A diferença é que a união com Cristo transforma para uma vida de boas obras (Efésios 2.9).

Agora, cristão ou não cristão, religioso ou ateu, todos temos uma natureza má, e precisamos da dureza da lei para sobreviver em sociedade. Se as regras civis são violadas, há bagunça, caos. E se não existe justa punição aos infratores, as leis perdem seu efeito. Há muitas razões para tanta bandidagem, mas a principal, de fato, é a impunidade. Isto cabe aos governos, aos políticos, à polícia. Enquanto isto, existe outro caminho, o Evangelho de Cristo que faz a cidade mais segura.

Rev.Marcos Schmidt