sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Você faz parte da família de Jesus

O porteiro controlava a entrada dos convidados para a festa. Cada um se apresentava, dizia quem era e entrava. Os que não tinham nenhum parentesco com o anfitrião ficavam esperando algum conhecido para deixá-los entrar.
         
          Ser parente de uma pessoa importante faz toda a diferença. Sorrisos se multiplicam, surgem gentilezas e favores. Entretanto, todos fazem questão de esquecer um familiar que não traz boas lembranças. Você já ouviu alguém se apresentar: “Sou irmãos daquele trapaceiro que está preso”?

          Parente de boa fama é motivo de orgulho. Nos dias de Jesus não era diferente. Não que o texto bíblico sugerido afirme que os familiares do Messias se consideravam melhores que os outros, mas as pessoas achavam que esses parentes mereciam um tratamento especial. A resposta de Jesus mostra seu desejo de ser familiar próximo de cada um que ouve o que ele ensina.

          Um dia, o Salvador dará uma grande festa. A porta estará fechada e só entrarão os convidados. Muitos dirão que são amigos chegados, quase parentes, do dono da festa. Entretanto, ele responderá: “Eu nunca conheci vocês! Afastem-se de mim, vocês que só fazem o mal” (Mateus 7.23).

          Jesus é seu parente, seu irmão. Morreu para que você e eu fizéssemos parte dessa família. O nosso parentesco com ele é reconhecido pelas coisas que fazemos ou deixamos de fazer, falamos ou deixamos de falar.

          Quero ser reconhecido como familiar de Jesus quando chegar à festa no céu. E mais, quero ser convidado a entrar.

Konrad F.do Nascimento

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O amor que não separa, mas que aproxima

Já estamos em 2013. Chegamos ao final de um período e um novo já começou. Logo é oportuno fazermos algumas reflexões sobre a nossa vida. Pensar no que fizemos nos ajuda a corrigir falhas e a repetir acertos. Como foi 2012 para você? Mais acertos ou erros? Mais brigas ou perdão? Mais intolerância ou paciência? Mais alegrias ou tristezas? Mais choros ou sorrisos? Mais indiferença ou amor? Mais dúvidas ou fé? Em 2012 você mais se separou ou se aproximou de Deus?
Com certeza o maior problema foi o nosso pecado. O pecado nos separa de Deus. É esta separação que nos causa sofrimentos em relação ao próprio Deus e ao próximo. Além disso, sabemos que, por causa do pecado, não conseguimos nos aproximar de Deus. E a vida longe de Deus é uma vida triste e sem perspectivas.
Felizmente, Deus vem ao nosso encontro e se aproxima de nós. Com seu amor, Jesus vem nos abraçar com o seu perdão. Com a sua imensa misericórdia Jesus vem nos trazer as bênçãos do Pai. Cristo vem para transformar e mudar toda a nossa vida. Ou seja, Deus se aproxima e nos abraça com seu amor para fazer de nós pessoas amadas e felizes.
Deus não se separa de nós, e se aproxima, por causa do seu amor. É do amor de Deus que o apóstolo Paulo nos fala em Rm capítulo 8.31b-39. Essa Palavra de Deus nos enche de fé e coragem para enfrentarmos mais um ano na certeza da presença do amor de Deus em nossa vida.
O texto de Paulo que encerra o capítulo 8 da carta aos Romanos nos fala sobre o imutável amor de Deus em Cristo. É um hino de triunfo e de fé vitoriosa. É um texto dirigido aos cristãos. Com ele Paulo quer nos entusiasmar na fé e nos dá a certeza de que Deus é misericordioso em Jesus. Se Deus está no controle de toda a nossa vida, podemos descansar. O apóstolo Paulo deseja que entendamos que nada se compara ao amor de Deus e a glória futura no céu. Diante disso, a quais conclusões podemos chegar a partir do texto de Paulo?
1.      Deus está do nosso lado. Ele nos chamou para sermos dele e nunca nos abandonou, por isso, nenhum inimigo pode nos prejudicar, suas intenções sempre devem dar em nada – este é o grito de vitória do cristão.
2.      Quem vai acusar aqueles que Cristo salvou? É Deus quem nos declara justos. Nenhuma condenação pesa sobre nós. Pois: Cristo morreu por nós – Ele ressuscitou – Está vivo no céu – E intercede por nós.
3.      Deus escolheu nos amar em Cristo. A prova desse amor foi a entrega do seu Filho por amor a nós. Ora se Deus nos deu seu Filho será que não nos dará todas as outras coisas também? Todas as bênçãos de Deus, que Ele pretende dar aos seus filhos, estão conectadas a Cristo. Portanto, quem tem Cristo, tem as incontáveis bênçãos de Deus. Em Jesus recebemos as riquezas dos tesouros da misericórdia de Deus. E a vida no céu é a plenitude de tudo isso.
4.      Quem pode nos separar ou arrancar do amor de Cristo? Paulo mostra sua confiança. Ele está sobre um monte de confiança de onde vê os seus inimigos impotentes, e olha para frente e para o alto na certeza do triunfo total. Por causa do seu amor, estamos ligados pela fé a Cristo. Por isso podemos perguntar: Será que alguém ou alguma coisa é capaz de romper o laço de nossa comunhão com Cristo e tirar de nossos corações a fé? Paulo cita algumas situações da vida que poderiam nos desanimar e derrubar a nossa fé: tribulação, as dificuldades, angústias ou emergências semelhantes; perseguições; fome, nudez, perigo. Ao citar o texto do Salmo 44.22, Paulo mostra que o povo do Antigo Testamento também lamentava os sofrimentos pelos quais passavam por estarem ao lado de Deus. Mas, Paulo repele todas essas coisas e afirma convicto que diante de tudo isso somos mais que vencedores por causa daquele que nos amou. Por causa da vitória de Cristo, nossos inimigos já estão vencidos. Então Paulo conclui: Pois tenho a certeza, estou convicto (como todo o cristão pode e deve estar), de que nem a morte, o martírio, nem a vida com todas as amarguras e alegrias que ela pode nos oferecer, nem os anjos e autoridades celestiais, nem o presente e o futuro, nem altura ou profundidade, nem as forças lá de cima e nem lá de baixo que são inimigas de Deus, serão capazes de nos separar, de cortar nossa união íntima com o amor de Deus que é nosso por causa de Cristo Jesus. Essa deve ser a nossa certeza todos os dias. Esse deve ser o nosso hino que expressa a nossa fé.
A Palavra de Deus nos ensina:
o       Deus por nós: é o resumo em três palavras da história da redenção, da história do livre amor de Deus que se concretizou no envio do Emanuel, Deus conosco.
o       Com isso podemos derrotar nossos inimigos.
o       A história do amor de Deus foi escrita com o sangue de seu Filho Amado. Deus não poupou seu próprio Filho, por amor. Jesus suportou a penalidade de nossos pecados e pagou por todos eles.
o       Por amor, Cristo virá nos buscar para nos dar a vida eterna.
Também em 2013 o eterno amor de Deus, em Cristo Jesus, estará conosco, para nos aproximar uns dos outros e para nunca nos separarmos do Pai. Feliz Ano Novo no amor de Deus que não separa, mas aproxima. Amém.

Leia em sua bíblia: SL 90.1-12; IS 30.15-17; RM 8.31b-39; LC 12.35-40.
Pastor Iderval Strelhow.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Ata da Assembleia Geral Ordinária 3


A Assembleia Geral Ordinária ocorreu após o culto do dia 25 de novembro de 2012 e no link abaixo está disponível para download a ata:

Clique aqui para fazer o download da Ata

domingo, 16 de dezembro de 2012

O que é e quando é celebrado?

Talvez você já tenha visto a seguinte cesa: alguém reclamando que os brasileiros importam a cultura dos americanos. Por exemplo, as escolas agora comemoram o “dia das bruxas”, e as igrejas, o “dia de ação de graças”.
           
De fato, o Brasil tem muita cultura original desvalorizada, muitas de origem indígena, e realmente parece haver um esforço para introduzir culturas alheias que não fazem nenhum sentido para a população brasileira, como é o caso do “dia das bruxas”. Já o Dia de Ação de Graças, em que pesa ser originário dos Estados Unidos, não é algo tão sem sentido assim, muito pelo contrário: ao pesquisar sobre a origem do Dia de Ação de Graças, percebemos que a cultura americana dá muito mais valor ao sentido religioso do dia do que as culturas latinas.

O Dia de Ação de Graças é festejado nos EUA desde o século 16, mas foi legalmente instituído como data oficial por George Washington em 1789.

Há duas correntes históricas sobre a origem do Dia de Ação de Graças. Uma define que a sua origem se deve ao sentimento dos americanos em relação aos ingleses após a independência dos EUA em 1776, como uma espécie de filtro contra sentimentos de revolta. Terminada a guerra, os recentes líderes sabiam que necessitariam manter relações comerciais com a Inglaterra; logo, permitir que se desenvolvesse um sentimento de rancor seria prejudicial aos negócios.

Por isso, os primeiros governantes incentivaram nos novos americanos a idéia de que nada deveria ser mais forte do que a gratidão de viver em um país rico e generoso, de modo que deveriam das graças a Deus. Nesse período, todos deveriam ser tratados com respeito, generosidade, amor e gratidão. Por coincidência, era justamente neste período escolhido que se realizavam as transações comerciais.

Como resultado, essa mistura de amor à pátria nova e de que Deus está ao lado dos americanos fez com que esse sentimento se tornasse tão forte de modo a se confundir religião com civismo. Na própria instituição do Dia de Ação de Graças, George Washington assim escreveu: “É dever de todas as nações reconhecerem a providência de Deus Todo-Poderoso, obedecerem à sua vontade, serem gratas aos seus benefícios e humildemente implorarem sua proteção e seu favor”.

Já a segunda corrente provém de uma origem mais antiga. Para esses historiadores, o festejo teria começado em 1621 quando pela primeira vez na região onde hoje é Massachusetts um grupo de imigrante religiosos festejou por três dias uma farta colheita após terem passado muito trabalho, terem sobrevivido ao inverno, e a uma viagem de navio em que muitos morreram.

Esses festejos continuaram ano após ano por motivos diversos: colheita farta; fim da seca; fim da Guerra Civil, etc. Por fim, tornou-se feriado nacional em 1941 celebrado sempre na última quinta-feira do mês de novembro.

No Brasil, país que possui uma característica forte de “copiar” legislação estrangeira, também se copiou a lei americana, criando em 17 de agosto de 1949 a Lei 781 que instituiu o Dia Nacional de Ação de Graças. Trata-se de uma pequena lei, de apenas um artigo, que define, como dia comemorativo no Brasil, a última quinta-feira do mês de novembro, dedicado ao Dia de Ação de Graças. Posteriormente, em 1966 essa lei foi alterada para definir a quarta quinta-feira do mês de novembro, ao invés da última, para coincidir com as datas internacionais.

Como disse no início, existe a lei, mas nem todos sabem o real sentimento que expressa a data em questão.

O Decreto 57.298/65 regula a obrigação de nossos governantes com relação ao Dia Nacional de Ação de Graças, determinando: que o presidente da República realize um pronunciamento ao povo na véspera (art. 2º do Decreto); que em Brasília seja realizada uma grande festividade (art. 3º); que nos quartéis os comandantes militares providenciem juntamente com os capelães cultos e celebrações religiosas (art. 5º); e por fim, que nas escolas em todos os graus sejam realizados atos elucidativos do Dia Nacional de Ação de Graças (art. 6º).

Eu nasci em 1972, 23 anos depois da lei. Estudei em escola católica até a 5ª série do primário e em escola pública até o fim do segundo grau. Fui militar do Exército por dois anos. Meu curso superior foi em Faculdade Adventista. E nunca ouvi falar no tal Dia Nacional de Ação de Graças.

Que fizemos?

Tornamo-nos um povo ingrato. Nossa nação é teimosa como algumas nações descritas na Bíblia. Nem o povo, nem os governantes aprendem.

George Washington estava corretíssimo: “É dever de todas as nações reconhecerem a providência de Deus Todo-Poderoso”. Todavia, em uma nação em que se arrancam crucifixos de tribunais em nome da laicidade, sem saber que aqueles crucifixos foram ali colocados não por motivos religiosos, mas científicos, é mais fácil que o governo revogue a lei do que exigir que ele a cumpra.

O Dia de Ação de Graças é sim típico da cultura americana, mas, para nós, e para todos os povos, faz ou deveria fazer muito sentido. E já que o governo não cumpre a lei, devemos nós, escolas, igrejas, quartéis, cumpri-la, bem como incentivar e esclarecer o seu significado; afinal, a lei ainda é válida e não foi revogada. Mais do que isso, o amor de Deus por nós, suas bênçãos e sua Salvação através de Jesus Cristo, ainda são válidos, não foram revogados, estão vivos em nós e são providenciados pelo Senhor todos os dias para todos, cristãos e não cristãos, dando: terra fértil; ausência de guerras; as estações do ano; cientistas que encontram cura para doenças; corpo e alma, razão e todos os sentidos e ainda os conserva; vestes, alimentos; moradia; família; emprego; patrimônio; proteção de perigos conforme sua vontade; tudo unicamente por bondade e misericórdia, sem nenhum mérito nosso. Esses motivos são mais do que suficientes para darmos graças a Deus todos os dias, servindo-o e obedecendo-o, porque isso é certamente verdade.

Não há desculpas. Nada nos falta.

Ser ingrato e mal-educado é a pior forma de relacionamento social entre as pessoas. Não se deve ser assim na sociedade, então, por que ser assim com Deus?

Por isso, finalizo com a confissão de fé e louvor do salmista:

“Tu és o meu Deus, render-te-ei graças; tu és o meu Deus, quero exaltar-te.

Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre” (Salmo 118.28-29)

Fabio Leandro Rods Ferreira
Advogado

sábado, 15 de dezembro de 2012

Instalação do Departamento de Servas

No culto do dia 09 de dezembro tivemos a instalação do Departamento de Servas da São Lucas:




Foram eleitas: Mirna Hillig (Presidente), Sônia Fürcht (Vice-Presidente), Miriam Fürcht (Secretária), Maria Cesar (Vice-secretária), Tânia (Tesoureira), Nice Jung (Vice-Tesoureira).



Parabéns à todas!