sábado, 14 de julho de 2012

Ata de Reunião Ordinária de Diretoria 23

A Reunião Ordinária de Diretoria ocorreu dia 12 de maio de 2012 e no link abaixo está disponível para download a ata:

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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Fomos escolhidos para servir


Na Bíblia, o profeta Isaías afirma que Jesus é o servo de Deus que foi escolhido para dar a salvação a todos os povos. Essa era uma grande notícia. Mas essa alegria custou a vida de 
Cristo. O plano de salvação incluía o sofrimento e a morte do Filho de Deus.
Isso de fato precisava acontecer, porque o pecado criou um abismo entre nós e Deus. Por isso, as notícias eram piores possíveis. O pecado trouxe a morte, o sofrimento, a dor e a condenação e, por conta própria, não poderíamos sair dessa situação.

Mas Deus providenciou tudo para nos colocar perto dele novamente. O plano começou com a escolha do Salvador Jesus. Ele foi enviado para provar todo o amor do Pai pelas pessoas. Jesus foi a boa notícia dada por Deus pelos profetas e pelos anjos a toda a humanidade. Com a sua vinda, seus ensinamentos, sua morte e ressurreição, Jesus mostrou que o mais importante é servir em amor. Por isso, ele é o maior exemplo de servo.

Fomos beneficiados com a ação de Jesus. Por ele fomos incluídos no grupo dos que creem, que recebem o perdão e que confiam na salvação. A boa notícia de Deus já faz parte da nossa vida. Fomos escolhidos em Jesus para recebermos bênçãos espirituais e servirmos ao próximo.

Jesus nos dá o Espírito Santo para nos motivar a levarmos o evangelho a todos, para animar os aflitos e dar liberdade aos pecadores. Isso significa servir a Jesus em gratidão por tantas bênçãos recebidas. Servir a Jesus, na vida do próximo, é um privilégio para os cristãos. É uma atitude de amor, de alguém que sente que é amado por ele.

Pastor Iderval Strelhow

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Movidos pela fé

A história descrita no capítulo 6 do livro bíblico de Josué mostra o cumprimento de uma promessa de Deus, que deu a cidade de Jericó ao povo de Israel. A forma como Jericó foi conquistada mostra o poder de Deus. As muralhas da cidade foram derrubadas simplesmente pela ação divina.

Diante do poder de Deus nada resiste. Ele pode fazer qualquer coisa e, por isso, podemos colocar a nossa vida nas mãos dele. A estratégia utilizada para derrubar as muralhas chama a atenção. O que Deus mandou o povo fazer não pode ser entendido pela razão. Os israelitas foram obedientes, pacientes e tiveram fé, creram na Palavra e no poder de Deus. Eles marcharam durante sete dias movidos pela fé. E assim aprendemos que a fé deve estar acima da razão, pois não entendemos os caminhos de Deus.

Os israelitas não entenderam, mas creram, e Deus cumpriu o prometido. Aliás, aprendemos na Bíblia que a fé é colocada no coração da pessoa pelo Batismo e pela Palavra de Deus. Jesus é o autor da nossa fé. Nele podemos confiar, pois é o Filho de Deus.

O amor de Jesus o fez deixar o céu, tornar-se humano, morrer e ressuscitar para que as pessoas pudessem ter perdão e vida, no mundo e na eternidade. Jesus veio a nós para derrubar a pior das muralhas – aquela que nos separava de Deus. Por causa do pecado, estávamos condenados a ficar longe de Deus. O pecado é a grande muralha que o ser humano não consegue derrubar. Somente Deus pode fazer isso, e o fez através de Jesus.

Por causa de Jesus, temos um caminho aberto para irmos ao encontro de Deus. Nele temos o perdão. Não conseguimos entender como isso é possível, mas cremos que Jesus fez isso por nós. É pela fé que nos movemos, pois pela fé confiamos que Deus está agindo por nós com poder e amor.

Pastor Iderval Strelhow

terça-feira, 29 de maio de 2012

Padrão

Você pode ser um funcionário padrão. Você pode ter um padrão de vida. Você pode fazer parte de um time que possui um padrão de jogo. Muitas são as maneiras de determinar o padrão, em algumas delas, o padrão pode ser considerado: amostra, modelo, exemplo, molde, protótipo, baliza, limite, marco, cartilha, medida, paradigma, gabarito, nível, qualidade. Padrão pode ser uma maneira, um jeito, uma forma, um estilo e tantas outras definições e serventias. O padrão pode ser falso ou verdadeiro. Será que há dúvida qual a seguir?
Hoje, estamos inseridos numa sociedade onde o padrão (a referência de valores de conduta/comportamento) para muitas pessoas é ser promíscua, viciada, corrupto, violenta, descrente, politeísta, individualista, bombada, tatuada, sarada, etc. Tudo isso é encarado de forma habitual pela população, mesmo com algumas exceções, pois diante da conformidade e ineficácia das autoridades, a mídia se encarrega de divulgar esses fatos como normal e corriqueiros.

Podemos dizer que padrão é uma referência, é algo para seguir, copiar, nos serve de guia, de mira, onde devemos manter o foco, de que forma precisamos nos comportar, fazer igual, imitar, repetir, que é exemplo.

O único padrão que constrói, que promove a vida, que é correto, e no qual devemos nos basear, é a Bíblia. Ela nos diz qual é esse padrão que é referência a ser seguido, imitado, copiado, pelo qual devemos nos orientar, nos moldar e a maneira de como devemos nos comportar. É da Escritura Sagrada que tiramos o verdadeiro exemplo de padrão.

A Bíblia nos fala, em 2 Crônicas 3.3, de um padrão que edifica, que tem a medida certa. Em 1 Timóteo 4.12, diz para te tornar padrão no procedimento, no amor, na fé e na pureza. Já em 2 Timóteo 1.13, diz para te manter padrão das sãs palavras; e, em Tito 2.7, para ser pessoalmente padrão de boas obras. Em 1 Pedro 3.4, fala do padrão de coração unido ao incorruptível.

O Espírito Santo nos mostra, em Gálatas 5.22, o padrão que o amor de Deus constrói, cria em nossa vida: o amor, a alegria, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio. Por sua vez, o amigo obediente que entregou a vida por nós, Jesus Cristo, fala, em Mateus 11.29, no padrão manso e humilde de coração e, em Atos 1.8, de sermos suas testemunhas. Deus Pai fala do padrão do filho que dá alegria (Mt 3.17; Mc 1.11; Lc 3.22; 2 Pe 1.17).

O padrão que perdoa, que aceita, que ama, que usa de misericórdia e compaixão temos no Deus Triúno o máximo: Ele é fiel, justo, gracioso, benigno, bondoso, complacente, misericordioso, amoroso, santo, perdoador, poderoso, onisciente, onipresente, onipotente, santificador, protetor, criador, salvador.

A Bíblia Sagrada não fala de vários padrões, ela fala a mim e a você de um único e verdadeiro padrão. É o padrão da raça eleita, do sacerdócio real, daqueles que foram comprados com o sangue do cordeiro, dos que pertencem a Deus e levam a mensagem da Boa-Nova, o Evangelho da salvação, aos que não conhecem, dos que têm coragem de dar testemunho a este mundo das coisas do Céu.

Que possamos aproveitar este tempo pós-Páscoa para refletir o que Jesus Cristo fez por nós ao passar pela cruz para honra e glória de Deus e para a nossa salvação, e assim sermos diante de todos: o Padrão que Deus espera de nós, em palavras e em ações.

Renato Adolpho Campos

sábado, 12 de maio de 2012

Marcação cerrada

Certa vez, um grupo de escoteiros foi realizar um acampamento de verão. Chegando ao bosque, o chefe do grupo começou a inspeção nas mochilas dos garotos, de acordo com uma lista previamente fornecida. Qual não foi a surpresa quando encontrou na bagagem de um deles comprimidos para resfriados, mercúrio-cromo, esparadrapo, um grosso cobertor, dois pares de meias de lã, um cachecol e um guarda-chuva desmontável. “Por que você trouxe essas bugigangas em pleno verão?”, perguntou o chefe.  “Chefe, será que o senhor nunca teve uma mãe?”, respondeu o menino.

Já vi no futebol muitos jogadores que marcam seus adversários com extrema competência. Em se tratando da vida no lar, pode-se dizer que a tarefa da “marcação cerrada” cabe às mães.

Apenas ela escuta, com seu ouvido biônico, o simples sussurrar do bebê no meio da noite. E levanta para ver o que aconteceu. Quando o filho é bebê, a marcação acontece até quando dorme: a mãe fica acordada só olhando ele dormir. Quando o filho já é maior, a mãe mesmo assim o coloca para dormir e canta para ele.

Isso sem falar nos conselhos: “Leve guarda-chuva!” ou “Está levando um casaco de frio?” – mesmo que estejamos em janeiro. Está sempre perguntando se queremos comer alguma coisa. Quando nos atrasamos para o almoço ou demoramos a chegar, o celular toca: “Vai demorar?” E ainda reclama que o filho não liga...

Elas querem saber aonde vamos, onde fica esse lugar, o que é propriamente esse lugar, quem são nossas companhias, a que horas retornaremos e assim por diante. Elas querem conhecer nossos amigos, querem que eles entrem em casa, que contem de suas famílias, o que fazem e do que gostam. Querem conhecer bem e profundamente a futura nora, ver suas habilidades e contar para elas do que o filhinho gosta.

Uns chamam de exagero. Na verdade, chama-se “amor maternal”. E provavelmente eles só entenderão esse amor o dia que forem mães ou pais. E amarem incondicionalmente. E se preocuparem. E não dormirem. E cuidarem de alguém mais do que cuidam a si próprios.

Nesse dia os filhos também compreenderão melhor o amor de Deus. Um Deus que faz uma “marcação cerrada” com cada um. Não para tolher a liberdade. Mas justamente para concedê-la sem esperar pelo pior. Às vezes achamos que já somos tão donos do próprio nariz que não precisamos mais daquele “telefonema divino” da Sua Palavra, nem do “casaco divino” de Seus conselhos, muito menos da “canção divina” do perdão para dormirmos em paz, sem ansiedade ou preocupações quanto ao amanhã.

O legal disso tudo é que, mesmo com nossa birra, mau humor e incompreensão, mãe é mãe. Ela não faz caso do nosso nariz torcido e continua sempre igual. Na “marcação cerrada”, em profundo amor, carinho e dedicação para uma vida feliz.

O mais legal, porém, é que Deus já nos mostrou, em Jesus, que Sua “marcação é ainda mais cerrada”: revela amor, carinho, dedicação para uma vida feliz e... eterna.



Rev. Júlio Jandt